I. O juízo particular
A morte põe termo à vida do homem, enquanto tempo aberto à aceitação ou à rejeição da graça divina, manifestada em Jesus Cristo (606). O Novo Testamento fala do juízo, principalmente na perspectiva do encontro final com Cristo na sua segunda vinda. Mas também afirma, reiteradamente, a retribuição imediata depois da morte de cada qual, em função das suas obras e da sua fé. A parábola do pobre Lázaro (607) e a palavra de Cristo crucificado ao bom ladrão (608), assim como outros textos do Novo Testamento (609), falam dum destino final da alma (610), o qual pode ser diferente para umas e para outras.
Mors vitae hominis imponit finem tamquam tempori aperto acceptationi vel reiectioni gratiae divinae in Christo manifestatae. 608 Novum Testamentum de iudicio loquitur praecipue in prospectu finalis occursus cum Christo in Eius secundo Adventu, sed pluries etiam retributionem uniuscuiusque immediate post mortem affirmat in relatione cum eius operibus eiusque fide. Parabola pauperis Lazari 609 et verbum Christi in cruce ad bonum latronem, 610 sicut alii Novi Testamenti textus 611 loquuntur de ultima animae sorte, 612 quae diversa pro aliis et aliis esse potest.