DUAS TRADIÇÕES: O ORIENTE E O OCIDENTE
Nos primeiros séculos, a Confirmação constitui geralmente uma única celebração com o Baptismo, formando com ele, segundo a expressão de São Cipriano, um «sacramento duplo» (104). Entre outras razões, a multiplicação dos baptismos de crianças, e isto em qualquer tempo do ano, e a multiplicação das paróquias (rurais), ampliando as dioceses, deixaram de permitir a presença do bispo em todas as celebrações baptismais. No Ocidente, porque se desejava reservar ao bispo o completar do Baptismo, instaurou-se a separação, no tempo, dos dois sacramentos. O Oriente conservou unidos os dois sacramentos, de tal modo que a Confirmação é dada pelo sacerdote que baptiza. Este, no entanto, só o pode fazer com o «myron» consagrado por um bispo (105).
Prioribus saeculis, Confirmatio unam celebrationem cum Baptismo generatim constituit, « sacramentum utrumque », secundum expressionem sancti Cypriani, 247 efformans cum eo. Inter alia motiva, multiplicatio Baptismorum infantium, et quidem in quolibet anni tempore, et paroeciarum (ruralium) multiplicatio, dioeceses augens, in omnibus baptismalibus celebrationibus non amplius Episcopi permittunt praesentiam. In Occidente, quia optatur perfectionem Baptismi reservare Episcopo, temporalis instituitur utriusque sacramenti separatio. Oriens duo sacramenta servavit coniuncta, ita ut Confirmatio conferatur a praesbytero qui baptizat. Hic tamen id facere nequit nisi myron adhibens ab Episcopo consecratum. 248