§ 1550
Esta presença de Cristo no seu ministro não deve ser entendida como se este estivesse premunido contra todas as fraquezas humanas, contra o afã de domínio, contra os erros, isto é, contra o pecado. A força do Espírito Santo não garante do mesmo modo todos os actos do ministro. Enquanto que nos sacramentos esta garantia é dada, de maneira que nem mesmo o pecado do ministro pode impedir o fruto da graça, há muitos outros actos em que a condição humana do ministro deixa vestígios, que nem sempre são sinal de fidelidade ao Evangelho e podem, por conseguinte, prejudicar a fecundidade apostólica da Igreja.
Haec Christi praesentia in ministro non sic debet intelligi ac si hic contra omnes humanas debilitates esset praemunitus, contra spiritum dominationis, contra errores, etiam contra peccatum. Spiritus Sancti virtus non omnibus ministri actibus eodem modo suam dat cautionem. Dum in sacramentis, haec datur cautio, ita ut ipsum ministri peccatum fructum gratiae impedire nequeat, multi alii habentur actus in quibus humanum ministri sigillum relinquit vestigia quae non semper signum sunt fidelitatis erga Evangelium, et quae consequenter apostolicae Ecclesiae fecunditati nocere possunt.