II. A liberdade humana na economia da salvação
Liberdade e pecado. A liberdade do homem é finita e falível. E, de facto, o homem falhou. Livremente, pecou. Rejeitando o projecto divino de amor, enganouse a si mesmo; tornou-se escravo do pecado. Esta primeira alienação gerou uma multidão de outras. A história da humanidade, desde as suas origens, dá testemunho de desgraças e opressões nascidas do coração do homem, como consequência de um mau uso da liberdade.
Libertas et peccatum. Libertas humana finita est et fallibilis. De facto, homo defecit. Ipse libere peccavit. Amoris Dei consilium reiiciens, se ipsum decepit; servus factus est peccati. Haec prima alienatio multas alias genuit. Historia generis humani, inde a suis originibus, aerumnas testatur et oppressiones e corde hominis natas, ut consequentiam mali libertatis usus.