Catecismo · § 1755

II. Os actos bons e os actos maus

O acto moralmente bom pressupõe, em simultâneo, a bondade do objecto, da finalidade e das circunstâncias. Um fim mau corrompe a acção, mesmo que o seu objecto seja bom em si (como orar e jejuar «para ser visto pelos homens»). O objecto da escolha pode, por si só, viciar todo um modo de agir. Há comportamentos concretos – como a fornicação – cuja escolha é sempre um erro, porque comporta uma desordem da vontade, isto é, um mal moral.

Latim

Actus moraliter bonus simul bonitatem praesupponit obiecti, finis et circumstantiarum. Finis malus actionem corrumpit, etiamsi eius obiectum in se bonum sit (sicut orare et ieiunare ut quis ab hominibus videatur). Obiectum electionis potest per se solum totum agendi modum vitiare. Sunt concreti agendi modi — sicut fornicatio — quos eligere semper erroneum est, quia eorum electio deordinationem implicat voluntatis, id est, malum morale.

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