Catecismo · § 1781

§ 1781

A consciência permite assumir a responsabilidade dos actos praticados. Se o homem comete o mal, o justo juízo da consciência pode ser nele a testemunha da verdade universal do bem e, ao mesmo tempo, da maldade da sua opção concreta. O veredicto do juízo da consciência continua a ser um penhor de esperança e de misericórdia. Atestando a falta cometida, lembra o perdão a pedir, o bem a praticar ainda e a virtude a cultivar incessantemente com a graça de Deus. «Tranquilizaremos diante d'Ele o nosso coração, se o nosso coração vier a acusarnos. Pois Deus é maior do que o nosso coração e conhece todas as coisas» (1 Jo 3, 19-20).

Latim

Conscientia responsabilitatem actuum effectorum permittit assumere. Si homo malum committit, iustum conscientiae iudicium potest in eo testis manere de universali veritate boni, simul ac de malitia eius electionis singularis. Sententia iudicii conscientiae pignus manet spei et misericordiae. Illa, culpam testans commissam, in memoriam revocat, veniam esse petendam, bonum adhuc faciendum et virtutem incessanter gratia Dei colendam: « In conspectu Eius placabimus corda nostra, quoniam si reprehenderit nos cor, maior est Deus corde nostro et cognoscit omnia » (1 Io 3,19-20).

Abrir no Catecismo da Igreja Católica completo →