Catecismo · § 1821

§ 1821

Podemos, portanto, esperar a glória do céu prometida por Deus àqueles que O amam (71) e fazem a sua vontade (72). Em todas as circunstâncias, cada qual deve esperar, com a graça de Deus, «permanecer firme até ao fim» (73) e alcançar a alegria do céu, como eterna recompensa de Deus pelas boas obras realizadas com a graça de Cristo. É na esperança que a Igreja pede que «todos os homens se salvem» (1 Tm 2, 4) e ela própria aspira a ficar, na glória do céu, unida a Cristo, seu Esposo: «Espera, espera, que não sabes quando virá o dia nem a hora. Vela com cuidado, que tudo passa com brevidade, embora o teu desejo faça o certo duvidoso e longo o tempo breve. Olha que quanto mais pelejares, mais mostrarás o amor que tens a teu Deus, e mais te regozijarás com teu Amado em gozo e deleite que não pode ter fim» (74).

Latim

Sperare igitur possumus caeli gloriam a Deo illis promissam qui Eum diligunt91 et Eius faciunt voluntatem.92 In quibuslibet adiunctis, unusquisque debet sperare, cum gratia Dei, perseverare in finem93 et caeli obtinere gaudium tamquam aeternam Dei pro bonis operibus gratia Christi peractis retributionem. Spe orat Ecclesia « omnes homines [...] salvos fieri » (1 Tim 2,4). Ipsa, in gloria caeli, Christo, Sponso suo, unita esse cupit: « Spera, spera, tu quae nescis quandonam veniet dies et hora. Diligenter vigila, quoniam breviter omnia transeunt, quamvis desiderium tuum in incertum vertat certum, et in longum vertat breve tempus. Animadverte te, quo magis certabis, eo magis amorem, quem in Deum habes tuum, esse monstraturam et magis, Dilecto tuo fruituram cum gaudio et delectatione, quae finem habere non potest ».94 Caritas

Abrir no Catecismo da Igreja Católica completo →