Catecismo · § 2144

§ 2144

A deferência para com o seu nome exprime a que é devida ao mistério do próprio Deus e a toda a realidade sagrada que ele evoca. O sentido do sagrado deriva da virtude da religião: «Os sentimentos de temor e de sagrado serão ou não sentimentos cristãos? [...] Ninguém pode razoavelmente pôr isso em dúvida. São os sentimentos que nós teríamos, e num grau intenso, se tivéssemos a visão do Deus soberano. São os sentimentos que nós teríamos, se tivéssemos consciência da sua presença. Ora, na medida em que acreditamos que Ele está presente, devemos ter tais sentimentos. Não os ter é não estar conscientes desta realidade, é não crer que Ele está presente» (70).

Latim

Obsequium in Eius Nomen exprimit illud quod Ipsius Dei debetur mysterio et toti realitati sacrae quam hoc suggerit. Sensus sacri ad virtutem pertinet religionis: « Suntne sensus timoris et sacri sensus christiani an non? [...] Nemo de hac re potest rationabiliter dubitare. Sunt sensus quos haberemus, gradu quidem intenso, si excelsi Dei haberemus visionem. Sunt sensus quos haberemus, si Eius praesentiae essemus 'conscii'. In mensura in qua credimus Eum esse praesentem, eos debemus habere. Eos non habere est huius rei conscios non esse, non credere Eum esse praesentem ».92

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