§ 2362
«Os actos pelos quais os esposos se unem íntima e castamente são honestos e dignos; realizados de modo autenticamente humano, exprimem e alimentam a mútua entrega pela qual se enriquecem um ao outro com alegria e gratidão» (106). A sexualidade é fonte de alegria e de prazer: «Foi o próprio Criador Quem [...] estabeleceu que, nesta função [da geração], os esposos experimentassem prazer e satisfação do corpo e do espírito. Portanto, os esposos não fazem nada de mal ao procurar este prazer e gozar dele. Aceitam o que o Criador lhes destinou. No entanto, devem saber manter-se dentro dos limites duma justa moderação» (107).
« Actus [...], quibus coniuges intime et caste inter se uniuntur, honesti ac digni sunt et, modo vere humano exerciti, donationem mutuam significant et fovent, qua sese invicem laeto gratoque animo locupletant ». 241 Sexualitas fons est gaudii et delectationis: « Idem Creator [...] etiam disposuit coniuges, pro hoc munere [generationis], in corpore et in spiritu delectationem invenire et felicitatem. Coniuges igitur, hanc delectationem quaerentes istaque fruentes, nihil operantur mali. Ipsi id accipiunt quod Creator eis destinavit. Tamen etiam coniuges scire debent, se intra limites iustae moderationis tenere ». 242