Catecismo · § 2434

§ 2434

O salário justo é o fruto legítimo do trabalho. Recusá-lo ou retê-lo, pode constituir grave injustiça (181). Para calcular a remuneração equitativa, há que ter em conta, ao mesmo tempo, as necessidades de cada um e o contributo que presta. «Tendo em conta as funções e a produtividade de cada um, bem como a situação da empresa e o bem comum, o trabalho deve ser remunerado de maneira a assegurar ao homem e aos seus os recursos necessários para uma vida digna no plano material, social, cultural e espiritual» (182). O acordo das partes não basta para justificar moralmente o montante do salário.

Latim

Iustum salarium legitimus laboris est fructus. Illud recusare vel retinere gravem potest iniustitiam constituere. 316 Ut remuneratio iuste aestimetur, simul attendendum est ad necessitates et ad contributiones uniuscuiusque. « Ita remunerandus est labor ut homini facultates praebeantur suam suorumque vitam materialem, socialem, culturalem spiritualemque digne excolendi, spectatis uniuscuiusque munere et productivitate necnon officinae condicionibus et bono communi ». 317 Partium consensio non sufficit ad salarii summam moraliter iustificandam.

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