Catecismo · § 2568

NO ANTIGO TESTAMENTO

A revelação da oração no Antigo Testamento inscreve-se entre a queda e o levantar-se do homem, entre o doloroso chamamento de Deus pelos seus primeiros filhos: «Onde estás? [...] Porque fizeste isso?» (Gn 3, 9,13), e a resposta do Filho único, ao entrar neste mundo: «Eis que venho, [...] ó Deus, para fazer a tua vontade» (Heb 10, 7) (4). A oração está assim ligada à história dos homens; é a relação com Deus nos acontecimentos da história.

Latim

Orationis revelatio in Vetere Testamento inter lapsum inscribitur et hominis allevationem, inter dolorosam Dei primis Eius filiis vocationem: « Ubi es? [...] Quid hoc fecisti? » (Gn 3,9.13), et responsionem unici Filii mundum ingredientis (« Ecce venio, [...] ut faciam, Deus voluntatem Tuam »: Heb 10,7).14 Sic oratio coniungitur cum hominum historia, eadem est ad Deum in historiae eventibus relatio. Creatio – orationis fons

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