§ 2583
Depois de ter aprendido a misericórdia no seu retiro na torrente de Querit, ensina à viúva de Sarepta a fé na Palavra de Deus, fé que ele confirma com a sua oração insistente: Deus faz voltar à vida o filho da viúva (30). Aquando do sacrifício no monte Carmelo, prova decisiva para a fé do povo de Deus, é em resposta à sua súplica que o fogo do Senhor consome o holocausto, «à hora de oferecer o sacrifício da tarde». «Responde-me, Senhor, responde-me!» são as palavras de Elias, que as liturgias orientais retomam na epiclese eucarística (31). Finalmente, retomando o caminho do deserto em direcção ao lugar onde o Deus vivo e verdadeiro Se revelou ao seu povo, Elias recolheu-se, como Moisés, «na cavidade do rochedo», até «passar» a presença misteriosa de Deus (32). Mas será somente no monte da transfiguração que Se mostrará sem véu Aquele cuja face eles procuravam (33): o conhecimento da glória de Deus está na face de Cristo, crucificado e ressuscitado (34).
Postquam misericordiam didicit in recessu suo ad torrentem Charith, viduam Sareptae in verbum Dei docet fidem, quam sua instante confirmat oratione: Deus efficit ut filius viduae redeat in vitam.40 Tempore sacrificii super monte Carmelo, probationis definitivae pro fide populi Dei, ad eius supplicationem, ignis Domini holocaustum consumit, « cum [...] iam tempus esset, ut offerretur sacrificium » vespertinum: « Exaudi me, Domine, exaudi me » (1 Reg 18,37), eadem Eliae sunt verba quae liturgiae orientales in Epiclesi eucharistica iterum adhibent.41 Denique, Elias, viam deserti iterum faciens ad locum ubi Deus vivus et verus populo Suo est revelatus, se colligit, sicut Moyses, « in spelunca » donec praesentia Dei « transit » arcana.42 Sed solummodo in Transfigurationis monte develabitur Ille, cuius isti faciem sequebantur:43 cognitio gloriae Dei in facie est Christi crucifixi et resuscitati.44