Catecismo · § 2615

§ 2615

Mais ainda: o que o Pai nos dá, quando a nossa oração se une à de Jesus, é «o outro Paráclito, [...] para ficar convosco para sempre, o Espírito de verdade» (Jo14, 16-17). Esta novidade da oração e das suas condições aparece ao longo do discurso do adeus (78). No Espírito Santo, a oração cristã é comunhão de amor com o Pai, não somente por Cristo, mas também n'Ele: «Até agora, não pedistes nada em meu nome. Pedi e recebereis, para a vossa alegria ser completa» (Jo 16, 24).

Latim

Immo, cum nostra oratio cum illa Iesu coniungitur, Pater nobis praebet « alium Paraclitum [...], ut maneat vobiscum in aeternum, Spiritum veritatis » (Io 14,16-17). Haec orationis eiusque condicionum novitas apparet per discessus salutationem.88 In Spiritu Sancto, oratio christiana est amoris communio cum Patre, non solum per Christum, sed etiam in Ipso: « Usque modo non petistis quidquam in nomine meo. Petite et accipietis, ut gaudium vestrum sit plenum » (Io 16,24). Iesus orationem exaudit

Abrir no Catecismo da Igreja Católica completo →