§ 2728
Finalmente, o nosso combate tem de enfrentar aquilo que sentimos como sendo os nossos fracassos na oração: desânimo na aridez, tristeza por não dar tudo ao Senhor, porque temos «muitos bens» decepção por não sermos atendidos segundo a nossa própria vontade, o nosso orgulho ferido que se endurece perante a nossa indignidade de pecadores, alergia à gratuitidade da oração, etc... A conclusão é sempre a mesma: de que serve orar? Para vencer tais obstáculos, é preciso combater com humildade, confiança e perseverança.
Nostra denique dimicatio debet illis obsistere rebus quas tamquam nostros in oratione adversos exitus percipimus: animi defectioni coram nostris siccitatibus, tristitiae propterea quod non omnia Domino dedimus, quia « possessiones multas » habemus, 194 frustrationi quia secundum nostram propriam voluntatem non exaudimur, vulneri nostrae superbiae quae in nostra tamquam peccatores induratur indignitate, falsae perceptioni quoad gratuitatem orationis etc. Conclusio semper est eadem: ad quid orandum? Ad haec vincenda obstacula, oportet humilitate, fiducia et perseverantia dimicare. II. Humilis vigilantia cordis Coram orationis difficultatibus