§ 2812
Finalmente, é em Jesus que o nome do Deus santo nos é revelado e dado, na carne, como salvador (66): revelado pelo que Ele é, pela sua Palavra e pelo seu sacrifício (67). É o coração da sua oração sacerdotal: «Pai santo, [...] por eles Eu me consagro para que também eles sejam consagrados na verdade» (Jo 17, 19). Porque Ele próprio «santifica» o seu nome (68), é que Jesus nos «manifesta» o nome do Pai (69). No termo da sua Páscoa é que o Pai Lhe dá então o nome que está acima de todo o nome: Jesus é Senhor para glória de Deus Pai (70).
In Iesu denique Nomen Dei Sancti nobis revelatum est et datum, in carne, tamquam Salvator: 289 revelatum ab eo quod Ipse Est, ab Eius verbo ab Eiusque sacrificio. 290 Hoc Eius orationis sacerdotalis est cor: Pater Sancte, « pro eis ego sanctifico meipsum, ut sint et ipsi sanctificati in veritate » (Io 17,19). Iesus, quia Nomen Suum Ipse « sanctificat », 291 nobis Nomen Patris « manifestat ». 292 Ad Eius Paschatis finem, Pater Ei Nomen, quod est super omne nomen, tunc donat: Iesus est Dominus in gloriam Dei Patris. 293