Catecismo · § 2845

§ 2845

Não há limite nem medida para este perdão essencialmente divino (129). Quando se trata de ofensas (de «pecados», segundo Lc 11, 4, ou de «dívidas» segundo Mt 6, 12), de facto nós somos sempre devedores: «Não devais a ninguém coisa alguma, a não ser o amor de uns para com os outros» (Rm 13, 8). A comunhão da Santíssima Trindade é a fonte e o critério da verdade de toda a relação (130). E é vivida na oração, sobretudo na Eucaristia (131): «Deus não aceita o sacrifício do dissidente e manda-o retirar-se do altar e reconciliar-se primeiro com o irmão: só com orações pacíficas se podem fazer as pazes com Deus. O maior sacrifício para Deus é a nossa paz, a concórdia fraterna e um povo reunido na unidade do Pai e do Filho e do Espírito Santo» (132).

Latim

Haec venia essentialiter divina nullum habet limitem nullamque mensuram. 352 Si de « offensis » agitur (de « peccatis » secundum Lc 11,4 vel de « debitis » secundum Mt 6,12), revera omnes semper sumus debitores: « Nemini quidquam debeatis, nisi ut invicem diligatis » (Rom 13,8). Sanctae Trinitatis communio fons est et regula veritatis cuiuslibet relationis. 353 Eadem fit vita in oratione, praesertim in Eucharistia: 354 « Nec sacrificium Deus recipit dissidentis et ab altari revertentem prius fratri reconciliari iubet, ut pacificis precibus et Deus possit esse pacatus. Sacrificium Deo maius est pax nostra et fraterna concordia et de unitate Patris et Filii et Spiritus Sancti plebs adunata ». 355 VI. « Ne nos inducas in tentationem »

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