Catecismo · § 2849

§ 2849

Ora um tal combate e uma tal vitória só são possíveis pela oração. Foi pela oração que Jesus venceu o Tentador desde o princípio (138) e no último combate da sua agonia (139). Foi ao seu combate e à sua agonia que Cristo nos uniu nesta petição ao nosso Pai. A vigilância do coração é lembrada com insistência (140) em comunhão com a sua. A vigilância é a «guarda do coração» e Jesus pede ao Pai que «nos guarde em seu nome» (141). O Espírito Santo procura incessantemente despertar-nos para esta vigilância (142). Esta petição adquire todo o seu sentido dramático, quando relacionada com a tentação final do nosso combate na terra: ela pede a perseverança final. «Olhai que vou chegar como um ladrão: feliz de quem estiver vigilante!» (Ap 16, 15).

Latim

Talis autem colluctatio talisque victoria possibiles non sunt nisi oratione. Per orationem, Iesus victor est Tentatoris, inde ab initio 361 et in ultima Suae agoniae colluctatione. 362 Christus Suae colluctationi Suaeque agoniae nos coniungit in hac ad Patrem nostrum petitione. Cordis vigilantia, in communione cum vigilantia Eius, instanter commemoratur. 363 Vigilantia est « custodia cordis » et Iesus Patrem precatur Suum ut servet nos in nomine Eius. 364 Spiritus Sanctus nos indesinenter excitare quaerit ad hanc vigilantiam. 365 Haec petitio suum sensum accipit dramaticum in relatione ad tentationem finalem nostrae colluctationis in terra; eadem perseverantiam finalem petit. « Ecce venio sicut fur. Beatus, qui vigilat » (Apc 16,15). VII. « Sed libera nos a Malo »

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