Catecismo · § 440

§ 440

Jesus aceitou a profissão de fé de Pedro, que O reconhecia como o Messias, anunciando a paixão próxima do Filho do Homem (40). Revelou o conteúdo autêntico da sua realeza messiânica, ao mesmo tempo na identidade transcendente do Filho do Homem «que desceu do céu» (Jo 3, 13)(41) e na sua missão redentora como Servo sofredor: «O Filho do Homem [...] não veio para ser servido, veio para servir e dar a vida como resgate pela multidão» (Mt20, 28) (42). Foi por isso que o verdadeiro sentido da sua realeza só se manifestou do cimo da cruz (43). E só depois da ressurreição, a sua realeza messiânica poderá ser proclamada por Pedro perante o Povo de Deus: «Saiba, com absoluta certeza, toda a casa de Israel, que Deus fez Senhor e Messias esse Jesus que vós crucificastes» (Act 2, 36).

Latim

Iesus professionem fidei Petri, qui Illum tamquam Messiam agnoscebat, acceptavit, proximam annuntians Filii hominis passionem.40 Authenticum Suae regalitatis messianicae contentum simul detexit in identitate transcendenti Filii hominis « qui descendit de caelo » (Io 3,13),41 et in Sua missione redemptrice Servi patientis: « Filius hominis non venit ministrari sed ministrare et dare animam Suam Redemptionem pro multis » (Mt 20,28).42 Propterea verus sensus Eius regalitatis nonnisi ex crucis summitate manifestatus est.43 Solummodo post Resurrectionem, messianica Eius regalitas a Petro coram populo Dei proclamari poterit: « Certissime ergo sciat omnis domus Israel quia Dominum Eum et Christum Deus fecit, Hunc Iesum, quem vos crucifixistis » (Act 2,36). III. Filius Dei unicus

Abrir no Catecismo da Igreja Católica completo →