Catecismo · § 859

§ 859

Jesus uniu-os à missão que Ele próprio recebera do Pai: «assim como o Filho não pode fazer nada por Si mesmo» (Jo 5, 19.30), mas tudo recebe do Pai que O enviou, assim também aqueles que Jesus envia nada podem fazer sem Ele (376); d'Ele recebem o mandato da missão e o poder de o cumprir. Os apóstolos de Cristo sabem, portanto, que são qualificados por Deus como «ministros de uma Aliança nova» (2 Cor 3, 6), «ministros de Deus» (2 Cor 6, 4), «embaixadores de Cristo» (2 Cor 5, 20), «servidores de Cristo e administradores dos mistérios de Deus» (1 Cor 4, 1).

Latim

Iesus eos missioni Suae coniungit a Patre receptae: sicut « non potest Filius a Se facere quidquam » (Io 5,19.30), sed omnia recipit a Patre qui Illum misit, sic ii quos Iesus mittit, nihil possunt facere sine Illo 376 a quo missionis mandatum et potestatem illam adimplendi recipiunt. Christi igitur Apostoli sciunt se a Deo factos esse idoneos « ministros Novi Testamenti » (2 Cor 3,6), « Dei ministros » (2 Cor 6,4), « pro Christo [...] legatione » fungentes (2 Cor 5,20), « ministros Christi et dispensatores mysteriorum Dei » (1 Cor 4,1).

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