Catecismo · § 891

§ 891

«Desta infalibilidade goza o pontífice romano, chefe do colégio episcopal, por força do seu ofício, quando, na qualidade de pastor e doutor supremo de todos os fiéis, e encarregado de confirmar na fé os seus irmãos, proclama, por um acto definitivo, um ponto de doutrina respeitante à fé ou aos costumes [...]. A infalibilidade prometida à Igreja reside também no corpo dos bispos, quando exerce o seu Magistério supremo em união com o sucessor de Pedro», sobretudo num concílio ecuménico (425) Quando, pelo seu Magistério supremo, a Igreja propõe alguma coisa «para crer como sendo revelada por Deus» (426) como doutrina de Cristo, «deve-se aderir na obediência da fé a tais definições» (427). Esta infalibilidade abarca tudo quanto abarca o depósito da Revelação divina

Latim

Hac « infallibilitate Romanus Pontifex, Collegii Episcoporum caput vi muneris sui gaudet, quando, ut supremus omnium christifidelium Pastor et Doctor, qui fratres suos in fide confirmat, doctrinam de fide vel moribus definitivo actu proclamat. [...] Infallibilitas Ecclesiae promissa in corpore Episcoporum quoque inest, quando supremum Magisterium cum Petri Successore exercet », presertim in aliquo Concilio Oecumenico. 425 Cum Ecclesia, ope sui supremi Magisterii, quaedam « tamquam divinitus revelata credenda proponit » 426 et tamquam doctrinam Christi, talibus « definitionibus fidei obsequio est adhaerendum ». 427 Haec infallibilitas « tantum patet quantum divinae Revelationis patet depositum ». 428

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