§ 957
A comunhão com os santos. «Não é só por causa do seu exemplo que veneramos a memória dos bem-aventurados, mas ainda mais para que a união de toda a Igreja no Espírito aumente com o exercício da caridade fraterna. Pois, assim como a comunhão cristã entre os cristãos ainda peregrinos nos aproxima mais de Cristo, assim também a comunhão com os santos nos une a Cristo, de quem procedem, como de fonte e Cabeça, toda a graça e a própria vida do povo de Deus» (519). «A Cristo, nós O adoramos, porque Ele é o Filho de Deus; quanto aos mártires, nós os amamos como a discípulos e imitadores do Senhor: e isso é justo, por causa da sua devoção incomparável para com o seu Rei e Mestre. Assim nós possamos também ser seus companheiros e condiscípulos!» (520).
Communio cum sanctis. « Nec tamen solius exempli titulo coelitum memoriam colimus, sed magis adhuc ut totius Ecclesiae unio in Spiritu roboretur per fraternae caritatis exercitium. Nam sicut christiana inter viatores communio propinquius nos ad Christum adducit, ita consortium cum sanctis nos Christo coniungit, a quo tamquam a fonte et capite omnis gratia et ipsius populi Dei vita promanat »:520 « Illum [Christum] enim, utpote Filium Dei, adoramus; martyres vero tamquam Domini discipulos et imitatores merito diligimus propter eximiam ipsorum erga Regem ac Magistrum suum benevolentiam; quorum utinam et nos fiamus consortes ac condiscipuli ».521