§ 978
«No momento em que fazemos a nossa primeira profissão de fé, ao receber o santo Baptismo que nos purifica, o perdão que recebemos é tão pleno e total que não fica absolutamente nada por apagar, quer da falta original, quer das faltas cometidas de própria vontade por acção ou omissão; nem qualquer pena a suportar para as expiar [...]. Mas apesar disso, a graça do Baptismo não isenta ninguém de nenhuma das enfermidades da natureza. Pelo contrário, resta-nos ainda combater os movimentos da concupiscência, que não cessam de nos arrastar para o mal» (547).
« Venia, cum primum fidem profitentes sacro baptismo abluimur, adeo cumulate nobis datur, ut nihil aut culpae delendum, sive ea origine contracta, sive quid propria voluntate omissum vel commissum sit, aut poenae persolvendum relinquatur. Verum per baptismi gratiam nemo tamen ab omni naturae infirmitate liberatur: quin potius, [...] unicuique adversus concupiscentiae motus, quae nos ad peccata incitare non desinit, pugnandum » est.548