§ 2784
Este dom gratuito da adopção exige da nossa parte uma conversão contínua e uma vida nova. Orar ao nosso Pai deve desenvolver em nós duas disposições fundamentais: O desejo e a vontade de nos parecermos com Ele. Criados à sua imagem, é pela graça que a semelhança nos é restituída e a ela devemos corresponder. «Devemos lembrar-nos de que, quando chamamos a Deus «Pai nosso», temos de nos comportar como filhos de Deus» (31). «Vós não podeis chamar vosso Pai ao Deus de toda a bondade se conservardes um coração cruel e desumano; porque, nesse caso, já não tendes a marca da bondade do Pai celeste» (32). «Devemos contemplar incessantemente a beleza do Pai e impregnar dela a nossa alma» (33)
Hoc gratuitum adoptionis donum a nobis postulat conversionem continuam et vitam novam. Nostrum orare Patrem debet in nobis duas evolvere dispositiones fundamentales: desiderium et voluntatem se Ei similes esse. Ad Eius imaginem creati, per gratiam nobis redditur similitudo eidemque respondere debemus: « Quando Patrem Deum dicimus quasi filii Dei agere debemus ». 254 « Non potest benignum Deum Patrem appellare quisquis est feroci immitique animo: neque enim servat illas benignitatis, quae in caelesti Patre est, tesseras ». 255 « Ad paternam omni tempore pulchritudinem spectandum esse, et iuxta illam, suam unumquemque animam exornare debere ». 256