§ 574
Desde o princípio do ministério público de Jesus, fariseus e partidários de Herodes, com sacerdotes e escribas, puseram-se de acordo para lhe dar a morte (338). Por alguns dos seus actos (expulsões de demónios (339); perdão dos pecados (340) curas em dia de sábado (341); interpretação original dos preceitos de pureza legal (342): trato familiar com publicanos e pecadores públicos (343), Jesus pareceu a alguns, mal intencionados, suspeito de possessão diabólica (344). Foi acusado de blasfémia (345) e de falso profetismo (346), crimes religiosos que a Lei castigava com a pena de morte por apedrejamento (347).
Ab initiis ministerii publici Iesu, Pharisaei et Herodis sectatores, cum sacerdotibus et scribis, convenerunt ut Eum perderent. 340 Propter quosdam ex Suis actibus (propter daemoniorum expulsiones; 341 peccatorum remissionem; 342 sanationes die sabbati; 343 propriam praeceptorum de puritate legali interpretationem; 344 familiaritatem cum publicanis et publicis peccatoribus 345), Iesus quibusdam mala intentione affectis visus est de possessione diabolica suspectus. 346 Accusatus est de blasphemia 347 et de falso prophetismo, 348 de criminibus nempe religiosis quae Lex poena puniebat mortis sub lapidationis forma. 349